A sustentabilidade e o setor da construção, em entrevista à Vida Imobiliária

Nos últimos anos, a sustentabilidade é um tema muito importante devido à limitação dos recursos naturais, as sociedades têm de se orientar para menos desperdícios.

Em 2020, utilizámos mais 60% do que a terra tem capacidade para regenerar, o que demonstra que o estilo de vida atual não é sustentável.

A Comissão Europeia tem desenvolvido ações para aumentar a economia circular e nesta estratégia identificou cinco setores como prioritários: plásticos, resíduos alimentares, matérias-primas essenciais, construção e demolição, biomassa e materiais de base biológica.

Segundo as Nações Unidas, na União Europeia, os edifícios são responsáveis por 40% do consumo de energia, por 36% das emissões de CO2 e por 1/3 do consumo dos recursos naturais, o que demonstra que o setor da edificação tem de implementar medidas para ajudar a perceber o planeta.

Para a Saint-Gobain, este é um tema prioritário, para o qual já desenvolveu várias ações. Um dos compromissos, até 2025, é a redução de 20% da sua pegada de carbono. Existem três pilares fundamentais para que os objetivos sejam alcançáveis, a eficiência energética dos edifícios, tanto em obra nova como em reabilitação; a economia circular; e a saúde e conforto nos edifícios.

A seleção dos materiais com impacto direto sobre as pessoas que vivem e trabalham nos edifícios é uma das preocupações da Saint-Gobain, tanto ao nível acústico e visual como também na qualidade do ar. A saúde é um dos pilares da construção sustentável, pois preservá-la a ela e ao ambiente tem de ser uma abordagem única e complementar.

As autoridades devem assegurar o financiamento de projetos e criar sistemas de incentivo ou penalizações para a procura de soluções sustentáveis, de forma a garantir o sucesso deste caminho.

Descobre o artigo completo de José Martos, A Sustentabilidade e o Setor da Construção, da Vida Imobiliária.

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