Pavilhão Carlos Lopes

Criado em 1921, o Pavilhão Carlos Lopes começou por ser o Pavilhão de Portugal na Exposição Internacional do Rio de Janeiro organizada em 1922, com projeto dos arquitectos Carlos Rebelo de Andrade (1887-1971) e Guilherme Rebelo de Andrade (1891-1969). No início dos anos 1930 rumou a Lisboa, para ser montado no local onde se encontra. A seguir ao 25 de Abril acolheu congressos e comícios políticos, espetáculos e eventos muito diversos, desde desportivos às Marchas Populares. As paredes e fachadas apresentam painéis de azulejos, em azul e branco, produzidos pela Fábrica de Sacavém, em 1922, representando cenas da História de Portugal. Em 2003 foi encerrado e entrou em profunda degradação. Em 2017 foi salvo por uma intervenção de reabilitação, com o objetivo de acolher os mais diversos acontecimentos culturais, corporativos, comerciais e desportivos, entre outros, num investimento total de cerca de oito milhões de euros. 

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Localização: Lisboa

Desafio

A intervenção assentou, numa primeira fase, em demolições nas partes interiores, como as bancadas, que estavam obsoletas. Foi depois intervencionada a sala propriamente dita, que deixou de ter pilares e levou uma nova cobertura. Finalmente, houve também a reabilitação das fachadas e da zona exterior, com melhores acessos ao Parque Eduardo VII.

Na intervenção foram utilizadas soluções Saint-Gobain para colagem de cerâmica e pedra em interiores e exteriores, reabilitação de painéis de azulejos antigos, reparação de cornijas, capeamentos e molduras em fachada

Intervenientes no Projeto

Projetista |  Bruno Soares Arquitectos 

Empreiteiro |  Ramalho Rosa Cobetar, S.A.

Distribuidor |  Decorpita - Materiais de Construção e Decoração Lda.

Data de conclusão: 2017

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